sexta-feira, 4 de março de 2011

Medo

Medo: a perturbação resultante da ideia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa, um pavor, um receio, uma fobia, um temor, susto ou terror, uma apreensão, um receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. O sentimento inquietante que se tem diante de perigo ou ameaça. A ansiedade diante de uma sensação desagradável, talvez uma possibilidade de fracasso ou uma atitude covarde.
No meio de nós, em nossa sociedade, há pessoas com os mais variados e estranhos ou normais tipos de medo. Existe aquelas com medo do escuro; medo de lugares apertados; medo de altura; medo da solidão; medo de não concretizar os sonhos; medo de ser infeliz; medo dos mais diversos animais; medo das próprias pessoas; medo do presente ou do futuro; o medo da morte; etc... Pode-se dizer, de uma forma geral e generalizada, que somos uma sociedade medrosa e não vejo uma forma de ser diferente.
Agora, fugindo um pouco aos meus padrões de escrita, relatarei, explicitamente, algo sobre mim. Parando para analisar, percebo que não obtenho os medos descritos acima e muitos outros normais de se encontrar por aí, pelo menos não tão forte. Mas, porém, contudo, entretanto... eu tenho um medo que talvez seja ainda pior. Meu maior medo é de sentir Medo. Saber que ele pode te impedir de tentar, o problema nem é a parte de impedir de conseguir, mas sim de tentar...
Aconselho a todos os "medrosos" de plantão que enfrentem seus medos. Sei que só falar é fácil, mas pensem comigo: a vida nos leva a diversos caminhos e em alguma hora dela vamos nos deparar com algo realmente assustador para nós e talvez o único caminho seja este, passar pelo obstáculo, e quanto mais cedo o superarmos, mais cedo nos veremos livres para desfrutar as vertigens dos caminhos da vida.