terça-feira, 11 de outubro de 2011

Não Desista


Faz parte do meu perfil do orkut, que por sinal já está bem velhinho, porém não vem ao caso, o que importa é que não viria parar aqui, mas por uma sugestão: aqui está!

"Não desista de seus sonhos e não desista de si mesmo!
Cada sonho negado é um pouco de nós censurado...
Não desista de sonhar! Cada sonho que desistimos é um pouco da realidade que deixará de existir...
O medo de sonhar tira-nos o prazer de viver, porque os sonhos são frutos de nossa imaginação.
De viver o estranho, o diferente, o novo...
Muitos sonhos nos tornam grandes, muitos sonhos simplesmente se realizam...
Tudo o que somos surge com nossos pensamentos e com eles somos capazes de mudar o mundo...
Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo...
O importante é como você se vê e pensa...
Faça de seus pensamentos a força de que está precisando.
Esqueça as coisas ruins e limpe a mente, acredite no sucesso total, não imagine obstáculos nos seus sonhos, pois estes são sem limites...
Sua vida só você vive, então viva intensamente...
Como diz aquela velha frase:
A vida é feita de desafios como uma linda peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance, ria e viva intensamente antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos..."

domingo, 9 de outubro de 2011

Clichê Involuntário

Para quem não sabe o que é clichê:  vem do francês "cliché" que seria o molde ou vulgaridade que a cada passo se repete com as mesmas palavras. Um chavão, lugar-comum. É, de acordo com um dicionário informal, uma expressão idiomática que de tão utilizada, se torna previsível. Com efeito banal. Desgastou-se e perdeu o sentido ou se tornou algo que gera uma reação ruim, algo cansativo, que não dá o efeito esperado ou simplesmente repetitivo.
Depois de explicado a formação etimológica da palavra, vamos a questionar: qual seria o chichê mais notorio na atualidade? Porque não os termos de baixo calão, mais conhecidos como "palavrões"? Sim, acredito fielmente que esses devem ser os clichês mais utilizados hoje em dia.
Porém... Não quero tratar aqui apenas de clichês. Como o título sugere: quero tratar de um "Clichê Involuntário". Porque clichê por clichê até meu nome é... rs's
Constato que há 3 palavras que por si só merecem o gran prêmio de chavão involuntário do ano, talvez não só do ano, mas... e essas são, ou derivados de tal, "Eu Te Amo"!
Já ficou tão batido ouvir e/ou falar isso que não causa o mesmo efeito. Nos tempos medievais eu acreditaria, sinceramente, se alguém me jurasse amor, até mesmo eterno. Pelo menos eles pensavam no que falavam, não é à toa que é do tempo antigo que vem os "grandes pensadores". Nos tempos remotos não sabemos nem se devemos acreditar no "eu gosto de você".  
Como já dizia Augusto, em "A Moreninha": "Sim! esse sentimento que voto às vezes a dez jovens num só dia, às vezes numa mesma hora, não é amor, certamente." Mas é assim que queremos acreditar. E é assim que o Amor é um clichê. Digo involuntário porque já não expressa reais sentimentos. Os termos de baixo calão pelo menos são sinceros, pode até ser que sejam só na hora da raiva, mas são em alguma hora.

Há aqueles que me digam que sou insensível, fria e que amo a ninguém, mas para 'amar' da forma que normalmente vejo as pessoas se 'amando' prefiro mesmo e com muito orgulho exclamar que sou insensível. O meu amor vai além... Não preciso contar-lhe... Não necessito insinuar-lhe... É favorável que apenas seja de forma sincera, e para isso basta-me sentir. Sentir da forma mais pura e discreta que um ser possa encontrar. Talvez em um sorriso, em um olhar... Apensar amar!